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Através de descarga elétrica no ar, três moléculas de oxigênio podem se combinar para formar duas moléculas de ozônio. Ozônio pode ser gerado artificialmente em pequena escala, através de descargas elétricas dentro de um gerador de ozônio. O que o ozônio faz no aquário?

Devido as suas capacidades oxidantes o ozônio quebra subprodutos dos peixes que são prejudiciais ao aquário. Em aquários de água salgada a amônia é oxidada para uma forma menos tóxica - nitrito e depois nitrato. A oxidação pode ser feita por filtro biológico e suas bactérias, mas é vantajoso instalar um ozonizador como sistema de apoio para prevenir níveis perigosos de amônia na água. O Ozônio nunca deve ser dosado diretamente na água do aquário e sim por intermédio de uma câmara isolada como um reator de ozônio pressurizado ou um fracionador de proteínas. Quanto ozônio deve ser usado?

A quantidade ideal de ozônio varia de aquário para aquário. A dose correta é dependente de uma série de fatores: o volume de água a ser tratado, o fluxo de água, a taxa de ar tratado pelo ozonizador, a quantidade de dejetos na água, a densidade de peixes, o tipo de filtragem biológica e os equipamentos adicionais em uso. Como linha básica de ação, a produção de ozônio deve girar em torno de 5 e 15 mg/hora para cada 100 litros de água do aquário. Aquários com densidade populacional maior, precisarão de mais ozônio do que aquários com invertebrados, pois nestes últimos a quantidade de dejetos produzida é muito menor. Por isso, aquários com invertebrados podem ser mantidos com menos que 5 mg/hora para cada 100 litros.




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